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quarta-feira, 24 de julho de 2019

Defesa de médico preso por crimes sexuais ingressa com pedido de habeas corpus na Justiça


A defesa do médico e prefeito afastado de Uruburetama, José Hilson de Paiva, de 70 anos, ingressou com um pedido de habeas corpus, na Justiça Estadual, nesta terça-feira (23). Ele está preso desde a última sexta (19) por suspeita de abusar sexualmente de pelo menos 17 mulheres e filmar os crimes sexuais.
No sábado (20), o juiz de Cruz rejeitou um pedido da defesa de conversão da prisão preventiva do médico em prisão domiciliar. A requisição da defesa se baseava nas doenças que fragilizam o preso, mas o magistrado recusou o pedido por falta de provas que garantissem o estado de saúde de José Hilson.
O prefeito afastado de Uruburetama segue detido na Delegacia de Capturas e Polinter (Decap), em Fortaleza. A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) anunciou que uma força-tarefa, concentrada no Município de Cruz, é responsável por dar andamento às investigações policiais contra o médico.
Conforme o advogado Leandro Vasques, o pedido foi ajuizado no fim da tarde desta terça-feira (23) e está embasado em sete fundamentos, dentre eles ausência de elementos minimamente concretos que apontem que o médico tenha meios de coagir possíveis vítimas e testemunhas. "Ele se apresentou espontaneamente pouco tempo de tomar conhecimento pela imprensa sobre a sua prisão", destacou Vasques.
Vazamento de vídeos contestado
Um total de 63 vídeos entregue ao Ministério Público do Ceará (MPCE) e, depois, repassado à Polícia Civil mostra supostos abusos sexuais do médico contra as pacientes. A existência do material foi divulgada com exclusividade pelo Sistema Verdes Mares, no programa Fantástico, da TV Globo, no último dia 14 de julho.
A defesa de José Hilson de Paiva revelou que irá requerer às autoridades policiais de Cruz e Uruburetama instauração de investigação para apurar a autoria do vazamento dos vídeos e da subtração de um HD que armazenava todas as imagens, que desapareceu da residência do suspeito há, pelo menos, um ano. Leandro Vasques afirma que o caso se enquadra na 'Lei Carolina Dieckmann'.

Diário do Nordeste

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