Guedes defende em comissão que é preciso desinchar a máquina pública - CONEXÃO NOTÍCIA - Wellington Marques

Últimas

Post Top Ad

Responsive Ads Here

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Guedes defende em comissão que é preciso desinchar a máquina pública


O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse, durante visita à Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, que é preciso desinchar a máquina pública, inclusive de estados e municípios. Para ele, houve crescimento acelerado de mão de obra no setor público. As declarações foram dadas na tarde desta terça-feira (4/6) no plenário 2 do anexo II da Casa. 

“Houve excesso de contratações e os salários subiram ferozmente. Vamos desacelerar essas contratações agora. Vamos informatizar”, destacou. “40% dos funcionários públicos devem se aposentar nos próximos quatro ou cinco anos. Não precisa demitir. Basta desacelerar as entradas que esse excesso vai embora. Daqui a pouco desincha”, acrescentou.

Ele disse que, em vez de admitir “militantes nossos”, ou seja, apoiadores do governo, o governo vai diminuir o número de pessoas para deixar a máquina mais eficiente, através de digitalização”, defendeu Guedes.

O ministro da Economia foi à comissão para defender a reforma da Previdência e a agenda econômica do governo. Para ele, após a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 6, da “Nova Previdência”, haverá entrada de investimentos no Brasil. Caso haja a mudança de regimes, de repartição para a capitalização, ele disse que isso possibilitará um choque de empregos na juventude. 

Na prática, ele disse que haverá menos tributação para empresas na contratação de pessoas. “É um crime contra as novas gerações deixá-los com esses encargos trabalhistas”, afirmou Guedes.

Convite

Ele citou que foi sondado pela ex-presidente Dilma Rousseff para assumir o Ministério da Fazenda, antigo Ministério da Economia. Na época, a ideia era substituir o ministro Joaquim Levy, que enfrentava resistências de dentro do governo. “Disse para ela: temos que fazer uma reforma já”, afirmou, sobre a proposta de Previdência. 

Ele destacou que conversou com a ex-presidente na maior franqueza para conseguir garantir o crescimento do país. “Nunca estive com ela antes. Nunca estive com ela depois”, contextualizou. “Não imaginei que ela fosse sofrer um impeachment”, destacou.

Correio Braziliense

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Post Bottom Ad

Responsive Ads Here

Páginas