No Ceará, Guilherme Boulos participa de atividades contra a Reforma da Previdência - CONEXÃO NOTÍCIA - Wellington Marques

Últimas

Post Top Ad

Responsive Ads Here

segunda-feira, 8 de abril de 2019

No Ceará, Guilherme Boulos participa de atividades contra a Reforma da Previdência

O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, está viajando pelo Brasil nos meses de março e abril para fazer campanha contra a Reforma da Previdência proposta pelo presidente de extrema direita Jair Bolsonaro.
Em Fortaleza, Boulos cumpre agenda em uma série de eventos com palestras, assembleias, reuniões e debates nos dias 8 e 9 de abril.
A vinda de Boulos ao Ceará está sendo organizada pela frente Povo Sem Medo, que agrupa entidades sindicais e populares tais como o Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos Municipais de Fortaleza (Sindifort), a Intersindical – Central da Classe Trabalhadora e o próprio MTST.
Na pauta, além da reforma da Previdência, “a organização dos movimentos sociais e da esquerda para enfrentar o governo Bolsonaro e os ataques aos direitos dos trabalhadores e dos pobres”.
Agenda
Na segunda-feira, dia 8, Guilherme Boulos estará em uma Assembleia Popular Contra a Reforma da Previdência no bairro Jangurussu às 19h. Já no dia 9, terça-feira, participa da Plenária Sindical e Popular contra a Reforma da Previdência, que acontece na sede do Sindifort a partir das 8h. No mesmo dia, a partir das 18h30, participa de debate e ato sobre o mesmo tema na Praça da Gentilândia.
Avaliação
Boulos avalia que uma Reforma da Previdência que ataca direitos dos trabalhadores não é a única saída para o Brasil e afirma que é preciso ter coragem para enfrentar privilégios do poder econômico. “Só a renúncia fiscal do INSS, com desonerações e isenções, representa cerca de R$ 57 bilhões ao ano. A taxação de fortunas, grandes heranças e lucros e dividendos – que defendemos nas eleições do ano passado – poderia representar uma arrecadação de R$ 120 bilhões ao ano para Previdência e políticas sociais. E por que não implementar um Imposto Especial sobre o Lucro dos Bancos, como fez a Hungria em 2010, para sair da crise?”, aponta.
E ainda
“O que está em jogo é que futuro queremos: uma sociedade baseada no princípio da solidariedade, que acolha seus idosos, ou então no ‘cada um por si’, que leve a maioria deles a uma aposentadoria indigna. A hora de definir é agora. Ainda dá tempo. Vamos às ruas de todo o país em defesa de nossos direitos”, conclama Boulos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Post Bottom Ad

Responsive Ads Here

Páginas