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quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

"O único problema de Flávio Bolsonaro é o sobrenome", diz Mourão


O presidente em exercício, Hamilton Mourão, disse, nesta terça-feira (22/1), que o único problema do deputado estadual e senador eleito, Flávio Bolsonaro, é o sobrenome dele. Ele é investigado por movimentações financeiras atípicas envolvendo também seu ex-motorista e ex-assessor, Fabrício Queiroz.

“O único problema do senador Flávio é o sobrenome dele, se fosse Silva…”, disse o vice-presidente. Ele ressaltou ainda que, além de Flávio, há outros parlamentares da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) sendo investigados pelo mesmo motivo.

Mourão voltou a negar, inclusive, que o assunto respinga no governo. “Não compete a mim analisar. O governo está tranquilo, esse não é um fato que nos interesse por enquanto. Quando passar a interessar aí será divulgado o que for necessário”, complementou.

Além das denúncias no relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), na manhã desta terça-feira, ocorreu uma operação do Ministério Público e da Polícia Civil do Rio de Janeiro que prendeu cinco suspeitos de integrar uma milícia que age em grilagem de terras e procura por mais oito envolvidas no esquema. Entre elas, está o ex-capitão Adriano Magalhães da Nóbrega, filho e esposo de duas mulheres que foram funcionárias de Flávio na Alerj.  

A mãe Raimunda Veras Magalhães foi identificada como uma das remetentes de depósitos de Queiroz, citados no relatório da Coaf. Segundo a investigação, Raimunda depositou R$ 4,6 mil na conta do ex-motorista. Além dela, a mulher de Adriano, Danielle Mendonça da Costa da Nóbrega, também foi lotada no gabinete de Flávio na Alerj. Ambas foram exoneradas no ano passado. 

Discurso à elite política e econômica

Mourão comentou também o discurso do presidente  em Davos, na Suíça, e reforçou o comprometimento do Brasil no Acordo de Paris, com a questão ambiental e climática do mundo. 

Sobre Bolsonaro ter afirmado, ainda durante a campanha eleitoral, que poderia retirar o país do acordo, o vice-presidente minimizou a declaração e disse que “acontecem ruídos”, mas que não poderia “fugir da questão”. "Às vezes alguns ruídos acontecem mas o presidente não pode fugir dessa questão do clima e ele deixou claro isso no discurso dele", disse, ao chegar no Palácio do Planalto. 

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