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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Cearense Mansueto Almeida continuará comandando o Tesouro no governo Bolsonaro

                                                                                                O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou nesta quinta-feira, 15, a indicação do economista Mansueto Almeida para o cargo de secretário do Tesouro Nacional no governo de Jair Bolsonaro. Roberto Campos Neto, diretor do banco Santander, também foi oficializado para a presidência do Banco Central.
Mansueto está no comando do Tesouro desde abril deste ano. Antes, ele era o responsável pela Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda no governo de Michel Temer, cargo que assumiu em maio de 2016.
Quando a Seae foi desmembrada, Almeida ficou com a Secretaria de Acompanhamento Fiscal, Energia e Loteria (Sefel), posto que ocupou até a saída do ministro Henrique Meirelles da Fazenda para disputar as eleições presidenciais, quando foi convidado para assumir o Tesouro. Após a eleição de Jair Bolsonaro, Mansueto Almeida foi cotado para assumir a secretaria da Fazenda no superministério da Economia de Paulo Guedes, posição que equivale atualmente ao de ministro da Fazenda.
Com trânsito no meio político, o economista cearense é bem-visto por aliados do atual governo que tratam da relação da equipe econômica com o Congresso. Ele conta ainda com boas relações nas principais instituições do mercado financeiro, construídas no período em que era consultor de contas públicas (2014/2015). Mansueto, porém, é considerado rigoroso na gestão fiscal, tendo sido um dos formuladores da regra do teto de gastos –que limita o aumento das despesas à inflação.
Formado em Economia pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e mestre em Economia pela Universidade de São Paulo (USP), Mansueto Facundo de Almeida Júnior é técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Em Brasília, foi coordenador-geral de Política Monetária e Financeira na Secretaria de Política Econômica no Ministério da Fazenda (1995-1997) e assessor da Comissão de Desenvolvimento Regional e de Turismo do Senado Federal (2005-2006)
Atuou como consultor privado entre 2014 e 2016, até retornar a um posto público. O economista tem publicações na área de finanças públicas e organizou dois livros: “Retomada do crescimento – diagnóstico e propostas” (Elsevier, 2017), com Fábio Giambiagi, e “Finanças públicas: da contabilidade criativa ao resgate da credibilidade” (Record, 2016), com Felipe Salto.
Com informações Diario do Nordeste

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