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terça-feira, 23 de outubro de 2018

Capitão Wagner aposta em crescimento da oposição na Assembleia

O recém-eleito deputado federal, pelo Pros, Capitão Wagner, acredita que a ampla base de governo eleita para a Assembleia Legislativa do Ceará (AL-CE) deve se esfarelar após o início do novo mandato, a partir de 2019.
Ele, que foi o parlamentar mais votado no Estado para a Câmara Federal e continua atuando até o fim deste ano na Assembleia, considera que isso deve vir em decorrência de uma incapacidade do Governo do Estado em atender todos os apoiadores.
O governador reeleito, Camilo Santana (PT), contou com uma coligação de 24 partidos em sua base de governo, tendo eleito ampla maioria para as cadeiras do legislativo estadual. Espera-se que, dos 46 deputados que formarão a casa ano que vem, 38 sejam apoiadores de sua gestão. Os oito restantes, formando a oposição, representam, principalmente, o Pros, o PSDB e o PSL.
“Com esses 24 partidos apoiando a gestão, não vai ter como atender a todos. Então provavelmente essa oposição vai se fortalecer aqui, vai aumentar”, conta ele. “E quem estiver aqui tem que ter capacidade de liderar essa oposição com responsabilidade. Vamos ter Vitor Valim, que já é experiente, já foi vereador e deputado federal e agora estadual, e Soldado Noélio, que vem da Câmara”, continua, destacando os colegas do Pros que se elegeram para a Assembleia.
Além deles, foram eleitos também Fernanda Pessoa e Nelinho, do PSDB, e André Fernandes e Delegado Cavalcante, do PSL. Além disso, Heitor Ferrer (SD) e Renato Roseno (Psol), também eleitos, tradicionalmente fazem oposição ao Governo do Estado, com isso devendo se manter em 2019.
CongressoNa Câmara dos Deputados, 18 dos 22 deputados eleitos pelo Ceará este ano integram a base governista, em cenário parecido com o observado no legislativo estadual. A oposição, no entanto, figurou em primeiro lugar em ambas as casas. Capitão Wagner foi o deputado mais votado para o Congresso, com 303,5 mil votos, enquanto André Fernandes (PSL) liderou a disputa à Assembleia, com mais de 109 mil votos.
E ainda
Na Câmara, além de Wagner, atuarão na oposição Roberto Pessoa (PSDB), Heitor Freire (PSL) e Vaidon Oliveira (Pros). A bancada cearense do Senado, por outro lado, será majoritariamente oposta à atual gestão do executivo estadual, com Tasso Jereissati (PSDB) e o recém-eleito Eduardo Girão integrando o mesmo grupo político, em oposição a Camilo. Cid Gomes (PDT), que foi eleito ao Senado no pleito deste ano como o parlamentar mais votado da História do Estado, será o único cearense na casa representando a base governista.
2020
Sobre planos para o próximo pleito, em 2020, Wagner considera que é cedo para discutir o assunto.“Hoje, lançar qualquer candidatura seria irresponsabilidade, quando não passou nem o segundo turno. Então passando o segundo turno vamos conversar com partidos que compõem a oposição, vamos ver os nomes que temos à disposição e ver os principais municípios”, conta ele. A intenção da disputa, por outro lado, ele já adianta que existe: “O Pros hoje tem nomes que podem ser indicados e temos interesse”, disse ele na mesma ocasião.
E ainda
Ele destaca, além de si próprio, a ascensão de Eduardo Girão no mundo político, que desponta como um dos principais nomes do partido no Ceará após sua eleição para o Senado. Ele citou também a aliada Dra. Mayra (PSDB), salientando que ela saiu fortalecida dessa eleição, e o crescimento do PSL, partido de Jair Bolsonaro, que atuará como uma das forças de oposição no Estado. Segundo o deputado, as discussões após o segundo turno já devem ter como horizonte o pleito de 2022, articulando as próximas eleições gerais em paralelo às municipais de 2020.
Com informações do OE

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